De onde vim? Pra onde vou? Quanto tempo tenho?: Escândalos de corrupção dominam noticiário naciona...
De onde vim? Pra onde vou? Quanto tempo tenho?
Aqui vou expor fatos corriqueiros de meu dia a dia. Notícias e textos de cunho religioso. Espero que algum destes possa de alguma forma lhe ajudar. Ou pelo menos, auxiliar em boas gargalhadas.
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segunda-feira, 22 de maio de 2017
Defesa de Temer e PGR pedem 31 esclarecimentos sobre áudio da JBS
Por Ana Paula Andreolla, TV Globo

Peritos analisam fita com conversa entre Michel Temer e Joesley Batista
A defesa do presidente Michel Temer e a Procuradoria-Geral da República protocolaram na noite deste domingo (21) pedido para que a Polícia Federal esclareça pontos sobre o áudio da conversa entre o presidente e o dono do frigorífico JBS, Joesley Batista.
O pedido da defesa de Temer requer 15 esclarecimentos. Veja a lista no final desta reportagem.
Já o requerimento da PGR pede outros 16 esclarecimentos, entre eles se "há montagens, trucagens, adulterações ou alterações outras na gravação que indiquem manipulação fraudulenta do áudio"; e se a perícia pode afirmar "que uma das vozes dos interlocutores provém do investigado Michel Temer." Veja aqui todos os esclarecimentos pedidos pela PGR.
O áudio, gravado por Joesley durante conversa com Temer no Palácio do Jaburu, em março, serviu de base para a abertura de um inquérito para investigar o presidente por suspeita de corrupção passiva, obstrução à Justiça e organização criminosa.
No sábado (20), após publicação pelo jornal "Folha de S. Paulo" de reportagem que apontava indícios de que o audio havia sido editado, a defesa de Temer apresentou ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luiz Edson Fachin, relator da Lava Jato na corte, pedido para suspender o inquérito e para que o áudio passasse por perícia.
Ainda de acordo com a reportagem da "Folha de S. Paulo", "no momento mais polêmico do diálogo, quando, segundo a PGR [Procuradoria-Geral da República], Temer dá anuência a uma mesada de Joesley a Cunha, a perícia [feita por Ricardo Caires dos Santos] não encontrou edições."
Fachin autorizou a perícia no áudio e deu prazo até a noite deste domingo para que a defesa de Temer e a Procuradoria-Geral da República apresentassem os pontos que deveriam ser esclarecidos pela PF.
PF quer acesso a aparelho usado por Batista
Em nota divulgada neste domingo, a Polícia Federal informou que já recebeu os áudios da conversa, mas que pediu acesso ao aparelho usado por Joesley Batista para fazer a gravação.
"Em análise técnica preliminar, o Instituto Nacional de Criminalística apontou que é fundamental ter acesso ao equipamento que realizou as gravações originais. Por esse motivo, a PF oficiou à PGR, solicitando o aparelho", diz a nota.
Ainda de acordo com a PF, não há prazo inicial estipulado para conclusão dos trabalhos periciais, especialmente diante da necessidade apontada de perícia também no equipamento."
Pedido de suspensão do inquérito
Já o pedido da defesa de Temer para que o inquérito seja suspenso, Fachin decidiu levar para análise do plenário do STF, o que deve ocorrer na quarta (24).
A defesa da JBS negou que o áudio da conversa tenha sido adulterado. Dois peritos ouvidos pelo Jornal Nacional e que analisaram a conversa entre Temer e Batista chegaram à conclusão de que toda a gravação está intacta.
O presidente também já admitiu a conversa com Joesley e o teor dela. Em um dos trechos, o dono da JBS disse a Temer que tinha conseguido segurar dois juízes, o que configura crime de obstrução à Justiça. O presidente afirmou que não tomou nenhuma atitude sobre isso porque considerou o relato apenas uma fanfarronice.
Diante das denúncias contra Temer, o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil decidiu, por 25 votos a 1, aprovar o relatório que recomenda que a entidade ingresse com pedido de impeachment do presidente. O pedido será protocolado nos próximos dias na Câmara dos Deputados.

Em pronunciamento, Temer se defende de acusações e diz que permanecerá no Governo
Veja a lista dos 15 pedidos de esclarecimento no áudio da conversa entre Temer e Joesley Batista pedidos pela defesa do presidente:
- As degravações veiculadas pelos meios de imprensa correspondem à integralidade da conversa reproduzida no áudio?
- Qual o tempo de duração do áudio?
- É possível identificar a supressão de palavras ou expressões na gravação, ou que tenham sofrido adulteração que lhes modificou o sentido real?? Na hipótese de resposta afirmativa, pode-se apontar os momentos respectivos da gravação?
- Pelo nome do arquivo, ou pelos seus metadados, é possível identificar a marca, modelo e o sistema de gravação do aparelho utilizado?
- Qual o formato do arquivo de áudio? Este tipo de arquivo possui alguma proteção contra edições e manipulações? É possível manipular este tipo de arquivo com relativa facilidade?
- O aparelho utilizado foi resguardado e mantido em cadeia de custódia, conforme determinam os POP’s?
- No início da gravação ouve-se um áudio que parece ser uma transmissão de rádio. É possível identificar em que horário e quanto tempo durou esta transmissão?
- No final do áudio, ouve-se nova transmissão de rádio, é possível identificar o horário em que foi realizada esta transmissão?
- O jornal “Folha de São Paulo” na edição do dia 20 do corrente, afirma que após uma perícia, o Sr. Ricardo Caires dos Santos, perito judicial do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo foram identificadas 50 edições no áudio. É possível aponta-las?
- O jornal “O Estado de São Paulo”, com base em perícia do Sr. Marcelo Carneiro de Souza, identificou 14 “fragmentações” no mesmo áudio. É possível identificá-las?
- Há momentos de ruído alto no áudio, é possível identifica-los e apontar a razão de tais ruídos?
- Esses ruídos podem ter sido incluídos na gravação para mascarar cortes ou edições?
- A frase “tem que manter isso, viu” dita pelo presidente Michel Temer é imediatamente precedida por qual frase de seu interlocutor?
- O nome do arquivo identifica uma data. Esta data coincide com o dia do diálogo? Pelo sistema de gravação, se identificado, é comum o salvamento automático com a data do dia de gravação? Se não coincidir é possível afirmar que houve adulteração no nome do arquivo?
- De acordo com a gravação a ser periciada, é possível analisar a porcentagem de participação de cada interlocutor no diálogo? Em resposta afirmativa, qual seria esta divisão?
Evangelho do dia 22/05/2017
6ª SEMANA DA PÁSCOA*
Iluminada e fortalecida pelo Espírito Santo, a Igreja de Cristo saberá superar as adversidades e dar testemunho fiel do reino de Deus.
Primeira Leitura: Atos 16,11-15
Leitura dos Atos dos Apóstolos – 11Embarcamos em Trôade e navegamos diretamente para a ilha de Samotrácia. No dia seguinte, ancoramos em Neápolis, 12de onde passamos para Filipos, que é uma das principais cidades da Macedônia e que tem direitos de colônia romana. Passamos alguns dias nessa cidade. 13No sábado, saímos além da porta da cidade para um lugar junto ao rio, onde nos parecia haver oração. Sentados, começamos a falar com as mulheres que estavam aí reunidas. 14Uma delas chamava-se Lídia; era comerciante de púrpura, da cidade de Tiatira. Lídia acreditava em Deus e escutava com atenção. O Senhor abriu o seu coração para que aceitasse as palavras de Paulo. 15Após ter sido batizada, assim como toda a sua família, ela convidou-nos: “Se vós me considerais uma fiel do Senhor, permanecei em minha casa”. E forçou-nos a aceitar. – Palavra do Senhor.
Salmo Responsorial: 149
O Senhor ama seu povo de verdade.
- Cantai ao Senhor Deus um canto novo, / e o seu louvor na assembleia dos fiéis! / Alegre-se Israel em quem o fez, / e Sião se rejubile no seu rei! – R.
- Com danças glorifiquem o seu nome, / toquem harpa e tambor em sua honra! / Porque, de fato, o Senhor ama seu povo / e coroa com vitória os seus humildes. – R.
- Exultem os fiéis por sua glória / e, cantando, se levantem de seus leitos / com louvores do Senhor em sua boca. / Eis a glória para todos os seus santos. – R.
Evangelho: João 15,26-16,4
Proclamação do evangelho de Jesus Cristo segundo João – Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 26“Quando vier o defensor que eu vos mandarei da parte do Pai, o Espírito da verdade, que procede do Pai, ele dará testemunho de mim. 27E vós também dareis testemunho, porque estais comigo desde o começo. 16,1Eu vos disse estas coisas para que a vossa fé não seja abalada. 2Expulsar-vos-ão das sinagogas, e virá a hora em que aquele que vos matar julgará estar prestando culto a Deus. 3Agirão assim porque não conheceram o Pai nem a mim. 4Eu vos digo isso para que vos lembreis de que eu o disse, quando chegar a hora”. – Palavra da salvação.
Reflexão:
Jesus continua preparando seus discípulos para quando ficarem sem sua presença física. “Vai enviar-lhes o Espírito da Verdade que procede do Pai”. O Espírito vai testemunhar a favor de Jesus e defender os discípulos na hora da prova e quando estiverem diante dos tribunais por causa do seu nome. Na força do Espírito Santo, os discípulos de Jesus darão esse testemunho corajoso. Dar testemunho não é só falar bem do Mestre, mas também sofrer tribulações pelo fato de ser seguidor dele. As perseguições chegam a tal absurdo, que alguém, ao matar os discípulos de Jesus, pensa estar prestando culto a Deus. Os discípulos irão experimentar na própria pele o horror do fanatismo religioso de seus perseguidores.
(Dia a dia com o Evangelho 2017 – Pe. Luiz Miguel Duarte, ssp)
Fonte: www.paulus.com.br
Fonte: www.paulus.com.br
segunda-feira, 10 de agosto de 2015
Galo empata sem gols, mas segue na ponta
Jogo morno marcou o duelo de opostos em Goiânia e terminou com o placar inalterado.
Na tarde quente de Goiânia, o Atlético visitou ao Goiás para tentar manter a liderança do Brasileirão. Mesmo em situações opostas na tabela, o time mineiro não teve facilidade em campo e suou para sair com o empate no Serra Dourada repleto de torcedores alvinegros.
Com o resultado, o Atlético segue líder e contou com o empate corintiano par manter dois pontos na frente do segundo colocado. Já o Goiás permanece na porta do rebaixamento, com 15 pontos na 17ª colocação.
O jogo
Sol, campo grande e marcação pesada. Em suma, esses foram os elementos para um primeiro tempo fraco tecnicamente no Serra Dourada. Em 45 minutos de muito equilíbrio, as duas equipes pouco fizeram. Enquanto os donos da casa apostavam nas jogadas em velocidade sem sucesso, o Atlético encontrava dificuldades na criação, além de esbarrar na ótima marcação adversária.
As dimensões do campo permitiam mais espaços para a troca de bola. Apesar do bom desempenho do setor defensivo esmeraldino, quem mais chegou ao ataque foi o Galo, na maioria das vezes encontrando seus jogadores dentro da área, mas já sem espaço para a conclusão. Aos 39 minutos, Thiago Ribeiro teve a chance mais clara de abrir o marcador, mas ao invadir a área pela diagonal, praticamente adiantou a bola para o goleiro Renan, encerrando um primeiro tempo de temperatura quente, mas de um futebol morno em que os goleiros pouco trabalharam.
O Goiás voltou melhor que o Atlético, pressionando desde o início e assustando com chances reais a meta do goleiro Victor. Necessitando a vitória, o Atlético tentava responder, mas deixava espaços em campo, o que facilitava as escapadas dos anfitriões. Não fosse a displicência de Erik, que ficou cara a cara com o camisa 1 do Galo, o Goiás teria aberto o placar antes dos 20 minutos.
Com lentidão para chegar ao campo de ataque e sem velocidades nos contra golpes, Levir Culpi resolveu sacar Cárdenas e Thiago Ribeiro, apagados no segundo tempo para promover as entradas de Dodô e Dátolo. Na prática, o Galo passou a chegar mais ao gol, mas não deixou de ser ameaçado. Na primeira chance de Ruan, o atacante carimbou a trave de Victor, que ainda tocou na bola.
Os minutos finais de jogo já não contavam com o mesmo ímpeto da primeira etapa. Com os dois times exaustos, as equipes demoravam para fazer a recomposição e subir ao ataque. Mais solto, o Goiás mostrou mais vontade, embora a melhor chance de gol tenha saído dos pés de Dátolo, em finalização de fora da área. Nada que tirasse o zero do marcador. Placar final, 0 a 0.
Goiás 0x0 Atlético
Goiás:
Renan; Gimenez, Felipe Macedo, Fred e Diogo Barbosa; Rodrigo, David, Felipe Menezes e Murilo (Liniker); Bruno Henrique (Ruan) e Erik (Carlos Eduardo). Técnico: Julinho Camargos.
Atlético:
Victor; Marcos Rocha, Jemerson, Leonardo Silva e Douglas Santos (Pedro Botelho); Leandro Donizete, Rafael Carioca, Giovanni Augusto, Thiago Ribeiro (Dátolo) e Cárdenas (Dodô); Guilherme. Técnico: Levir Culpi.
Motivo: 17ª rodada, Brasileirão 2015
Data/hora: 09/08/2015, às 16h
Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Rodrigo Henrique Correa (RJ)
Cartões amarelos: Douglas Santos, Marcos Rocha (CAM), Gimenez, Fred (GOI)
Público/Renda: Não divulgados.
Lance
Sol, campo grande e marcação pesada. Em suma, esses foram os elementos para um primeiro tempo fraco tecnicamente no Serra Dourada. Em 45 minutos de muito equilíbrio, as duas equipes pouco fizeram. Enquanto os donos da casa apostavam nas jogadas em velocidade sem sucesso, o Atlético encontrava dificuldades na criação, além de esbarrar na ótima marcação adversária.
As dimensões do campo permitiam mais espaços para a troca de bola. Apesar do bom desempenho do setor defensivo esmeraldino, quem mais chegou ao ataque foi o Galo, na maioria das vezes encontrando seus jogadores dentro da área, mas já sem espaço para a conclusão. Aos 39 minutos, Thiago Ribeiro teve a chance mais clara de abrir o marcador, mas ao invadir a área pela diagonal, praticamente adiantou a bola para o goleiro Renan, encerrando um primeiro tempo de temperatura quente, mas de um futebol morno em que os goleiros pouco trabalharam.
O Goiás voltou melhor que o Atlético, pressionando desde o início e assustando com chances reais a meta do goleiro Victor. Necessitando a vitória, o Atlético tentava responder, mas deixava espaços em campo, o que facilitava as escapadas dos anfitriões. Não fosse a displicência de Erik, que ficou cara a cara com o camisa 1 do Galo, o Goiás teria aberto o placar antes dos 20 minutos.
Com lentidão para chegar ao campo de ataque e sem velocidades nos contra golpes, Levir Culpi resolveu sacar Cárdenas e Thiago Ribeiro, apagados no segundo tempo para promover as entradas de Dodô e Dátolo. Na prática, o Galo passou a chegar mais ao gol, mas não deixou de ser ameaçado. Na primeira chance de Ruan, o atacante carimbou a trave de Victor, que ainda tocou na bola.
Os minutos finais de jogo já não contavam com o mesmo ímpeto da primeira etapa. Com os dois times exaustos, as equipes demoravam para fazer a recomposição e subir ao ataque. Mais solto, o Goiás mostrou mais vontade, embora a melhor chance de gol tenha saído dos pés de Dátolo, em finalização de fora da área. Nada que tirasse o zero do marcador. Placar final, 0 a 0.
Goiás 0x0 Atlético
Goiás:
Renan; Gimenez, Felipe Macedo, Fred e Diogo Barbosa; Rodrigo, David, Felipe Menezes e Murilo (Liniker); Bruno Henrique (Ruan) e Erik (Carlos Eduardo). Técnico: Julinho Camargos.
Atlético:
Victor; Marcos Rocha, Jemerson, Leonardo Silva e Douglas Santos (Pedro Botelho); Leandro Donizete, Rafael Carioca, Giovanni Augusto, Thiago Ribeiro (Dátolo) e Cárdenas (Dodô); Guilherme. Técnico: Levir Culpi.
Motivo: 17ª rodada, Brasileirão 2015
Data/hora: 09/08/2015, às 16h
Local: Serra Dourada, em Goiânia (GO)
Árbitro: Raphael Claus (SP)
Assistentes: Bruno Boschilia (PR) e Rodrigo Henrique Correa (RJ)
Cartões amarelos: Douglas Santos, Marcos Rocha (CAM), Gimenez, Fred (GOI)
Público/Renda: Não divulgados.
Lance
Evangelho do dia 10/08/2015

Jo 12,24-26
Em verdade, em verdade, vos digo: se o grão de trigo que cai na terra não morre, fica só. Mas, se morre, produz muito fruto. Quem se apega à sua vida, perde-a; mas quem não faz conta de sua vida neste mundo, há de guardá-la para a vida eterna. Se alguém quer me servir, siga-me, e onde eu estiver, estará também aquele que me serve. Se alguém me serve, meu Pai o honrará.
ORAÇÃO
Vivei em nós, Jesus, pelo vosso Espírito, para que vos amemos com todo o nosso ser e amemos o próximo como a nós mesmos, no vosso amor.
COMENTÁRIOS
A paixão e morte de Jesus nos garantiram a salvação
A imagem do grão de trigo ajuda a compreender o caminho de glorificação de Jesus. Para produzir fruto, o grão de trigo tem que cair na terra; essa queda na terra é a condição da fecundidade da semente. A paixão e morte de Jesus, seu sofrimento e sua morte, não foram em vão; elas nos garantiram a salvação e a redenção de todo o gênero humano. Aqui, em João, o grão é identificado com o próprio Cristo, à diferença das parábolas do Reino dos céus (Mt 13,3ss), em que a semente é identificada com a Palavra de Deus. Na verdade, segundo a teologia joanina, Jesus é a palavra encarnada de Deus. Com essa pequena parábola do grão de trigo que cai na terra, Jesus dá sentido à sua paixão e morte: é para “produzir muito fruto”. O fruto de sua glorificação é a vida do mundo (Jo 6,51). O que se espera do discípulo é sua identificação com o Mestre (Mt 10,24-25). Essa identificação impõe ao discípulo aceitar livremente a vida proposta por Jesus. Nesse sentido, o caminho de glorificação de Jesus é o caminho que o discípulo deve aceitar percorrer (Jo 13,12-15). A vida verdadeira está no desapego das coisas deste mundo e também no desprendimento da própria vida. É o apego à vida que gera o medo de perdê-la. A vida brota do grão de trigo que cai na terra. Essa entrega é fruto do amor; “ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos” (Jo 15,13).
Pe. Carlos Alberto Contieri, sj
Comentário ao Evangelho
DA MORTE BROTA A VIDA
A hora de Jesus foi se aproximando. Ele tinha plena do consciência da sorte que o espera. A morte despontava, como inevitável, no horizonte de sua existência. Jesus sabia muito bem que sua vida seria fecunda se, no momento crucial, ele fosse capaz de passar pela prova suprema da morte. Aí sua fidelidade radical abriria, para a humanidade, o caminho de acesso a Deus.
O modo positivo como Jesus encarou a consumação de sua existência não deixou de perturbá-lo interiormente. Uma tentação possível, neste momento, seria a de pedir ao Pai para privá-lo desta circunstância pavorosa. Jesus, porém, reconheceu que toda a sua vida terrena esteve voltada para esta hora. Não seria correto, agora, preferir um atalho. Seria indigno optar pela fuga. A missão exigia dele seguir adiante.
A tragicidade da hora de Jesus assumiu uma conotação particular por ele estar certo de não ter sido abandonado pelo Pai. Sua morte inseria-se na dinâmica de glorificação do Filho pelo Pai. Não era fácil compreender o modo divino de agir, quando a cruz despontava com toda a sua crueldade. Na perspectiva divina, porém, a morte de cruz representava a subjugação do poder do mal e da injustiça e o triunfo do senhorio do Pai na vida do Filho Jesus. Da cruz, proviria a vida nova e gloriosa, penhor de redenção para a humanidade.
domtotal.com
A paixão e morte de Jesus nos garantiram a salvação
A imagem do grão de trigo ajuda a compreender o caminho de glorificação de Jesus. Para produzir fruto, o grão de trigo tem que cair na terra; essa queda na terra é a condição da fecundidade da semente. A paixão e morte de Jesus, seu sofrimento e sua morte, não foram em vão; elas nos garantiram a salvação e a redenção de todo o gênero humano. Aqui, em João, o grão é identificado com o próprio Cristo, à diferença das parábolas do Reino dos céus (Mt 13,3ss), em que a semente é identificada com a Palavra de Deus. Na verdade, segundo a teologia joanina, Jesus é a palavra encarnada de Deus. Com essa pequena parábola do grão de trigo que cai na terra, Jesus dá sentido à sua paixão e morte: é para “produzir muito fruto”. O fruto de sua glorificação é a vida do mundo (Jo 6,51). O que se espera do discípulo é sua identificação com o Mestre (Mt 10,24-25). Essa identificação impõe ao discípulo aceitar livremente a vida proposta por Jesus. Nesse sentido, o caminho de glorificação de Jesus é o caminho que o discípulo deve aceitar percorrer (Jo 13,12-15). A vida verdadeira está no desapego das coisas deste mundo e também no desprendimento da própria vida. É o apego à vida que gera o medo de perdê-la. A vida brota do grão de trigo que cai na terra. Essa entrega é fruto do amor; “ninguém tem maior amor do que aquele que dá a vida por seus amigos” (Jo 15,13).
Pe. Carlos Alberto Contieri, sj
Comentário ao Evangelho
DA MORTE BROTA A VIDA
A hora de Jesus foi se aproximando. Ele tinha plena do consciência da sorte que o espera. A morte despontava, como inevitável, no horizonte de sua existência. Jesus sabia muito bem que sua vida seria fecunda se, no momento crucial, ele fosse capaz de passar pela prova suprema da morte. Aí sua fidelidade radical abriria, para a humanidade, o caminho de acesso a Deus.
O modo positivo como Jesus encarou a consumação de sua existência não deixou de perturbá-lo interiormente. Uma tentação possível, neste momento, seria a de pedir ao Pai para privá-lo desta circunstância pavorosa. Jesus, porém, reconheceu que toda a sua vida terrena esteve voltada para esta hora. Não seria correto, agora, preferir um atalho. Seria indigno optar pela fuga. A missão exigia dele seguir adiante.
A tragicidade da hora de Jesus assumiu uma conotação particular por ele estar certo de não ter sido abandonado pelo Pai. Sua morte inseria-se na dinâmica de glorificação do Filho pelo Pai. Não era fácil compreender o modo divino de agir, quando a cruz despontava com toda a sua crueldade. Na perspectiva divina, porém, a morte de cruz representava a subjugação do poder do mal e da injustiça e o triunfo do senhorio do Pai na vida do Filho Jesus. Da cruz, proviria a vida nova e gloriosa, penhor de redenção para a humanidade.
domtotal.com
segunda-feira, 30 de março de 2015
Amazônia perde importância em combate
As florestas e oceanos se mantiveram constantes enquanto as emissões aumentaram muito.
A capacidade da floresta amazônica de absorver o excesso de dióxido de carbono na atmosfera está diminuindo com o tempo, segundo divulgaram pesquisadores na semana passada. Essa descoberta sugere que limitar as mudanças climáticas pode ser mais difícil do que se esperava.
Por décadas, as florestas e mares da Terra têm absorvido cerca de metade da poluição causada pelo carbono que as pessoas jogam na atmosfera. Assim, conseguiram limitar o aquecimento do planeta causado por essas emissões.
Em grande parte, as florestas e oceanos se mantiveram constantes enquanto as emissões aumentaram muito. Isso surpreendeu muitos cientistas, mas também foi um aviso de que esse grande “reservatório de carbono” pode não durar para sempre.
Em um amplo estudo, realizado ao longo de 30 anos, que analisou 189 mil árvores distribuídas em 321 terrenos na bacia Amazônica, pesquisadores liderados por um grupo da Universidade de Leeds, na Inglaterra, descobriram que a absorção de dióxido de carbono no local teve seu auge nos anos 90, com cerca de 2 bilhões de toneladas por ano, e desde então caiu pela metade.
Inicialmente, disseram os pesquisadores, a Amazônia respondeu bem aos níveis cada vez maiores de dióxido de carbono, que tem a capacidade de aumentar o crescimento das plantas, mas esse fenômeno parece estar diminuindo. Entre os motivos talvez estejam as secas e outros causadores de estresse, mas o fator principal parece ser o fato de que a aceleração inicial do crescimento agilizou o metabolismo das árvores.
“Com o tempo, o estímulo ao crescimento alimentado por esse sistema faz com que as árvores vivam mais depressa e, assim, morram mais jovens”, explica Oliver L. Phillips, ecologista tropical da Universidade de Leeds e um dos líderes da pesquisa.
Serão necessárias mais pesquisas, mas os cientistas dizem que os modelos de previsão do clima que assumem que a Amazônia é um reservatório de carbono contínuo e robusto podem ser otimistas demais.
Em uma escala global, estudos sugerem que as florestas ainda estão absorvendo muito mais carbono do que soltam na atmosfera, mesmo que estresses como incêndios e ataques de besouros aumentem por causa das mudanças climáticas. Na essência, a ascensão das forças de crescimento ultrapassava a das forças de morte nas florestas do mundo.
A maior questão agora é se isso vai mudar. Será que outras florestas além da Amazônia, como a floresta boreal que circunda o hemisfério Norte, vão eventualmente fazer o mesmo e diminuir seu potencial de absorção de carbono?
Isso significaria que a civilização humana terá menos ajuda das árvores, e que, para limitar o aquecimento global a níveis toleráveis, os corte nas emissões de carbono precisariam ser ainda mais agudos do que o pensado anteriormente.
“As florestas estão nos fazendo um imenso favor, mas não podemos contar com elas para resolver o problema do carbono. Ao invés disso, será necessário aumentar o corte das emissões para estabilizar nosso clima”, avisa Phillips.
Ambiente Brasil
Parque Nacional do Iguaçu ampliará horário
A programação especial também se estende para o exterior do Parque Nacional do Iguaçu.
Cerca de 25 mil pessoas poderão visitar o Parque Nacional do Iguaçu, no feriadão de Páscoa, de 3 a 5 de abril. O atrativo irá abrir uma hora mais cedo, às 8 horas, durante os três dias. O horário de fechamento será mantido inalterado, às 17 horas. E para melhorar ainda mais o atendimento, a operação irá reforçar as equipes de apoio e aumentará a frota de ônibus do parque, de 18 para 23 veículos, na sexta e no sábado.
A expectativa é que na Sexta-Feira Santa, 3, o parque receba o maior fluxo de visitantes de todo o feriadão. Os turistas que quiserem poupar tempo e melhor organizar o passeio, tem a opção de adquirir o ingresso on-line para visitar uma das 7 Maravilhas da Natureza, também para o sábado ou domingo. A compra do ingresso pela internet é simples, rápida e prática.
A operação especial é coordenada pelo ICMBio (Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade), órgão que administra a unidade de conservação, em conjunto com a Concessionária Cataratas do Iguaçu S.A, empresa que presta apoio a visitação turística do Parque Nacional do Iguaçu.
A programação especial também se estende para o exterior do Parque Nacional do Iguaçu, mais especificamente, a BR-469. A via terá acompanhamento completo da Policia Rodoviária Federal com objetivo de melhorar ordenar o fluxo e acesso de veículos ao Parque Nacional do Iguaçu, hotéis e atrativos turísticos.
Parque Nacional do Iguaçu – Páscoa 2015
Data: 3 a 5 de abril
Horário de funcionamento: 8 às 17 horas
www.cataratasdoiguacu.com.br
Cataratas do Iguaçu S.A
Evangelho do dia 30/03/2015

Jo 12, 1-11
Seis dias antes da Páscoa, Jesus foi a Betânia, onde morava Lázaro, que ele tinha ressuscitado dos mortos. Lá, ofereceram-lhe um jantar. Marta servia, e Lázaro era um dos que estavam à mesa com ele. Maria, então, tomando meio litro de perfume de nardo puro e muito caro, ungiu os pés de Jesus e os enxugou com os cabelos. A casa inteira encheu-se do aroma do perfume. Judas Iscariotes, um dos discípulos, aquele que entregaria Jesus, falou assim: “Por que este perfume não foi vendido por trezentos denários para se dar aos pobres?” Falou assim, não porque se preocupasse com os pobres, mas, porque era ladrão: ele guardava a bolsa e roubava o que nela se depositava. Jesus, porém, disse: "Deixa-a! que ela o guarde em vista do meu sepultamento. Os pobres, sempre os tendes convosco. A mim, no entanto, nem sempre tereis". Muitos judeus souberam que ele estava em Betânia e foram para lá, não só por causa dele, mas também porque queriam ver Lázaro, que Jesus tinha ressuscitado dos mortos. Os sumos sacerdotes, então, decidiram matar também Lázaro, pois por causa dele muitos se afastavam dos judeus e começaram a crer em Jesus.
Oração
Jesus, nós vos adoramos, Filho unigênito de Deus, vindo ao mundo para dar aos homens a vida em plenitude.
Comentários
A unção de Jesus é uma antecipação de sua sepultura
A unção em Betânia é interpretada pelo próprio Jesus como antecipação simbólica de sua morte. Para Jesus, é a última semana de sua vida terrestre. Lázaro, Marta e Maria são amigos de Jesus; é na casa deles que Jesus para antes de entrar na sua paixão e morte, em Jerusalém. A refeição na casa dos amigos é sinal de comunhão, e a evocação do episódio de Lázaro indica que se trata, também, da alegria da vida recebida como dom. A unção, Jesus mesmo a interpreta como uma antecipação de sua sepultura. Morte e vida nova são uma prolepse do mistério pascal de Jesus Cristo. Judas é o personagem que entra na história como contraste de todo o acima dito. É tratado negativa e duramente pelo narrador como sendo traidor e ladrão. Mas há outro traço de Judas: ele é incapaz de reconhecer e acolher um gesto de pura gratuidade. Talvez isso o tenha feito traidor. Quem não ama verdadeiramente, não conhece a alegria da fidelidade e da lealdade. Quem não é capaz de gestos de gratuidade não é, igualmente, capaz de amar; quem não é capaz de verdadeiro amor, não busca senão o seu próprio interesse, abrindo, assim, a possibilidade de trair, inclusive, o Senhor da vida.
Pe. Carlos Alberto Contieri
Comentário ao Evangelho
A AMIZADE PREVIDENTE
Apesar das investidas de seus inimigos, a vida de Jesus foi também permeada de verdadeiras amizades. Entre elas, a de uma família de Betânia, onde se hospedava, quando ia a Jerusalém. Maria, Marta e Lázaro privavam da amizade do Mestre e com ele se entretinham. Nesta casa, ele se sentia bem.
Maria foi protagonista de um gesto premonitório da morte de Jesus. O sentido da unção com um perfume puro e precioso superava a simples cortesia com um hóspede querido. Ela estava fazendo o que, por ocasião da morte de Jesus, não se teria tempo de fazer: preparar o corpo dele para a sepultura, ungindo-o com aromas. O Mestre interpretou assim o gesto da amiga.
A interpretação maldosa de Judas não foi aceita por Jesus, sendo também denunciada pelo evangelista. O traidor não estava nem um pouco preocupado com os pobres. Seus olhos cobiçosos e corruptos estavam voltados para a bolsa comum, de onde roubava o dinheiro do grupo, sem escrúpulos.
A amizade levou Maria a realizar um gesto espontâneo cujo significado ultrapassava a capacidade de compreensão do traidor. Ele, ao invés, tendo privado da presença de Jesus, não se deixou tocar pelo Mestre e foi inconveniente diante de um gesto sincero de amizade.
Oração
Senhor Jesus, a exemplo de Maria de Betânia, desperta em mim uma amizade autêntica, que me coloque em perfeita sintonia contigo.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês).
sexta-feira, 19 de dezembro de 2014
Evangelho do dia 19/12/2014
Lc 1, 5-25
No tempo de Herodes, rei da Judeia, havia um sacerdote, chamado Zacarias, da classe de Abias. Sua esposa era descendente de Aarão e chamava-se Isabel. Ambos eram justos diante de Deus e cumpriam fielmente todos os mandamentos e preceitos do Senhor. Não tinham filhos, pois Isabel era estéril, e os dois eram de idade avançada. Ao exercer as funções sacerdotais diante de Deus, (...) apareceu-lhe o anjo do Senhor e lhe disse: “Não tenhas medo, Zacarias, porque o Senhor ouviu o teu pedido. Isabel, tua esposa, vai te dar um filho, e tu lhe porás o nome de João. [...] Zacarias disse ao anjo: “Como posso ter certeza disso? Estou velho e minha esposa já tem uma idade avançada”. O anjo respondeu-lhe: “Eu sou Gabriel [...] Eu fui enviado para falar contigo e anunciar-te esta boa nova. E agora, ficarás mudo, sem poder falar até o dia em que estas coisas acontecerem, já que não acreditaste nas minhas palavras, que se cumprirão no tempo certo”. O povo estava esperando Zacarias e se admirava com sua demora no Santuário. Quando saiu, não podia falar, e perceberam que ele tivera uma visão no Santuário. Zacarias se comunicava com eles por meio de gestos e permanecia mudo. Passados os dias do seu ofício, ele voltou para casa. Algum tempo depois, sua esposa Isabel ficou grávida e permaneceu escondida durante cinco meses; ela dizia: “Assim o Senhor fez comigo nestes dias: ele dignou-se tirar a vergonha que pesava sobre mim”.
Oração
Pai, atendendo à oração de Zacarias, manifestaste tua misericórdia para com o justo sofredor. Sê também benévolo diante das nossas angústias.
Comentários
A revelação da fidelidade de Deus
O sincronismo histórico é um dos traços característicos dos relatos da infância de Lucas. Ele visa situar o evento da salvação na história da humanidade. O anúncio do nascimento de João Batista é feito a Zacarias, no Templo de Jerusalém. Na apresentação dos pais de João, Lucas observa que ambos eram justos, isto é, eles seguiam em tudo os mandamentos e os preceitos da Lei de Deus. Lucas observa, ainda, que, não tinham filhos. Observação importante porque, para Dt 28, 1-14, a bênção dos filhos era a consequência do cumprimento irrepreensível dos mandamentos da Lei do Senhor. Contradição? Deus não cumpre o que promete? O anúncio do anjo a Zacarias é a revelação da fidelidade de Deus. O que Deus diz ou promete, ele cumpre. A mudez de Zacarias não é somente sinal de sua incredulidade, mas, para o povo que o aguardava do lado de fora do santuário, será um sinal da intervenção de Deus.
Pe. Contieri
Comentário do Evangelho
A ORAÇÃO ATENDIDA
Zacarias serviu-se da ocasião oferecida pelo serviço sacerdotal desempenhado no templo de Jerusalém para abrir seu coração a Deus, confessando-lhe a angústia de morrer sem deixar descendência. Sendo ele e sua mulher de idade avançada, com o agravante da esterilidade de Isabel, seria ingênuo imaginar que alguma novidade pudesse acontecer. Restava-lhes somente conformar-se com o opróbrio que lhes competia suportar.
O sofrimento do casal Zacarias e Isabel tinha tudo a ver com o sofrimento do justo. Ambos eram irrepreensíveis na sua conduta religiosa. Nem um só mandamento ou preceito escapava de seu empenho de fidelidade a Deus. Por que, então, se abatera sobre eles a maldição de estarem fadados a morrer sem deixar descendência?
A oração do justo, feita do mais profundo de sua dor, foi devidamente ouvida por Deus. O anjo do Senhor anuncia a Zacarias o nascimento de um filho, ao qual será dado o nome de João. Repleto do Espírito Santo, ser-lhe-ia confiada uma missão grandiosa: reconduzir os filhos de Israel para Deus, de modo a prepará-lo para acolher a salvação que Deus reservara à humanidade, por meio de seu Messias.
A superação da ignomínia dos justos – Zacarias e Isabel – foi além de suas expectativas. A misericórdia que lhes fora manifestada era um aspecto da benevolência mais ampla que o Pai reservara a toda a humanidade.
Oração
Pai, atendendo à oração de Zacarias, manifestaste tua misericórdia para com o justo sofredor. Sê também benévolo diante das nossas angústias.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês).
segunda-feira, 8 de dezembro de 2014
Evangelho do dia 08/12/2014
Lc 1,26-38
Quando Isabel estava no sexto mês, o anjo Gabriel foi enviado por Deus a uma cidade da Galileia, chamada Nazaré, a uma virgem prometida em casamento a um homem de nome José, da casa de Davi. A virgem se chamava Maria. O anjo entrou onde ela estava e disse: “Alegra-te, cheia de graça! O Senhor está contigo”. Maria ficou perturbada com estas palavras e começou a pensar qual seria o significado da saudação. O anjo, então, disse-lhe: 'Não tenhas medo, Maria, porque encontraste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, a quem porás o nome de Jesus. Ele será grande, será chamado Filho do Altíssimo, e o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai Davi. Ele reinará para sempre sobre os descendentes de Jacó, e o seu reino não terá fim'. Maria perguntou ao anjo: 'Como acontecerá isso, se eu não conheço homem algum?' O anjo respondeu: 'O Espírito virá sobre ti, e o poder do Altissimo te cobrirá com sua sombra. Por isso, o menino que vai nascer será chamado Santo, Filho de Deus. Também Isabel, tua parenta, concebeu um filho na velhice. Este já é o sexto mês daquela que era considerada estéril, porque para Deus nada é impossível'. Maria disse: “Eis aqui a serva do Senhor! Faça-se em mim segundo a tua palavra”. E o anjo retirou-se de junto dela.
Oração
Pai, dá-me a graça de ser fiel a ti, como Maria, a perfeita discípula que soube discernir a tua santa vontade, e se mostrar solícita em realizá-la.
Cometários
Maria se confia plenamente ao Senhor.
O dogma da Imaculada Conceição foi definido pelo Papa Pio IX, em 1854, na bula Ineffabilis Deus, em que ele afirma que “A Beatíssima Virgem Maria […] em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do gênero humano, foi preservada imune de toda a mancha do pecado original”. No texto do anúncio a Maria do nascimento de Jesus pelo anjo Gabriel, a jovem de Nazaré é apresentada como aquela que recebeu o favor de Deus (v. 28). O favor de Deus a Maria é a sua eleição para ser, segundo a carne, mãe do Filho único de Deus. A iniciativa da encarnação do Verbo é de Deus, mas, para ser plenamente humano, Deus conta com o consentimento livre de Maria que, com José, seu esposo, darão existência histórica e humana à Palavra eterna do Pai. Assim como a idade avançada de Zacarias e Isabel e a esterilidade desta não foram impedimento para a concepção de João Batista, do mesmo modo a dificuldade humana da virgindade de Maria será superada pelo poder divino na concepção de Jesus (cf. 35). Na resposta a Deus, Maria se confia plenamente ao Senhor (v. 38), sem reservas nem condições. Nisso ela é modelo do discípulo: mulher que escuta a palavra e a põe em prática.
Comentário do Evangelho
ALEGRA-TE, CHEIA DE GRAÇA
A saudação do anjo Gabriel surpreendeu Maria. Quem era ela senão uma humilde habitante de Nazaré, cidade sem importância das montanhas da Galiléia? Mulher sem maiores pretensões do que a de ser fiel a Deus; uma virgem já prometida em casamento a José, mas sem viver conjugalmente com ele, conforme as tradições de seu povo? Afinal, que méritos tinha para ser uma “agraciada”, “plena da graça” divina?
Maria estava longe de compreender o projeto de Deus a seu respeito. Sua humildade de mulher simples do interior não lhe permitia pensar grandes coisas a respeito de si mesma. Quiçá tenha sido este o motivo por que fora escolhida por Deus para ser mãe do Messias. Livre de toda forma de orgulho e autosuficiência, Maria podia abrir seu coração para receber a graça de Deus que haveria de torná-la templo do Espírito Santo. Ela tornou-se objeto da atenção divina, no seu anseio de salvar a humanidade. Deus queria contar com alguma pessoa disposta a se tornar “escrava do Senhor”, e permitir que a vontade divina acontecesse em sua vida, sem objeções. Foi para Maria que se voltaram os olhares de Deus!
Tudo quanto o anjo comunicara a Maria era grande demais para o seu entendimento, e superava sua capacidade de pô-lo em prática. Abriu-se para ela uma perspectiva nova, ao lhe ser prometida a assistência do Espírito Santo. Este seria a força que lhe permitiria levar a bom termo a missão divina que lhe fora comunicada pelo anjo.
Oração
Pai, plenifica-me com tua graça, como fizeste com Maria, de forma que eu possa ser fiel como ela ao teu desígnio de salvação para a humanidade.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês).
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
Kalil, após título: 'Ganhamos do velho cliente'
Presidente do Atlético-MG tirou sarro do rival após o título da Copa do Brasil: 'O Mineirão é nosso salão de festas'
O Atlético-MG derrotou o Cruzeiro por 1 a 0, nesta quarta-feira, e conquistou o título da Copa do Brasil, para euforia de seus torcedores, atletas e, principalmente, do presidente do clube, Alexandre Kalil, que aproveitou a situação para provocar os rivais.
Em entrevista exclusiva à BandNews FM BH, o dirigente tirou sarro do adversário após o jogo e se referiu ao Mineirão como o salão de festas do Galo.
“Deus foi muito generoso comigo. A torcida merece todo o esforço que foi feito. Colocamos uma Lagoa da Pampulha no chopp deles”, disse.
“Ficamos muito felizes quando o Cruzeiro ganhou do Santos, porque tínhamos receio de jogar na Vila Belmiro. Em Minas, a gente sabia que iria ganhar no Independência e seriamos campeões no nosso salão de festas. Ganhamos do velho cliente”, complementou.
Alexandre Kalil deixará a presidência do Atlético na próxima semana por conta do fim de seu mandato.
band.com.br
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