A filha de Michael Jackson, Paris, foi levada a um hospital na Califórnia nesta quarta-feira após uma possível tentativa de suicídio, segundo informações do site especializado em celebridades TMZ.
Aqui vou expor fatos corriqueiros de meu dia a dia. Notícias e textos de cunho religioso. Espero que algum destes possa de alguma forma lhe ajudar. Ou pelo menos, auxiliar em boas gargalhadas.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
Mulher de 84 anos ganha US$ 590 mi em loteria dos EUA
| A ganhadora deixa o escritório da loteria, escoltada por seu filho, à direita, nesta quarta-feira (5), após buscar o prêmio |
A ganhadora deixa o escritório da loteria, escoltada por seu filho, à direita, nesta quarta-feira (5), após buscar o prêmio Gloria Mackenzie, uma residente do estado da Flórida de 84 anos, ganhou a "bagatela" de 590,5 milhões de dólares na loteria Powerball dos Estados Unidos, no maior prêmio já pago a apenas uma pessoa, revelaram as autoridades nesta quarta-feira.
Mackenzie optou por receber o prêmio em apenas uma parcela e, após o desconto dos impostos, ficará com 370,8 milhões de dólares.
O nome da ganhadora foi divulgado pelas autoridades da Flórida em Tallahassee, em uma coletiva à qual Mackenzie não compareceu.
O bilhete vencedor foi comprado em um supermercado Publix em Zephyrhills, cidade de 13 mil habitantes a 48 km de Tampa.
Os números sorteados foram 10, 13, 14, 22, 52, além do 11 como a bola extra.
Milhões de pessoas apostaram e acompanharam pela TV o sorteio ao vivo da Powerball, que correu no dia 19 de maio passado, envolvendo o "maior prêmio da história da loteria".
Os bilhetes, no valor de dois dólares, são vendidos em supermercados, lojas e postos de gasolina em 42 estados do país, na capital Washington e nas Ilhas Virgens.
AFP
Evangelho do dia 06/06/2013
Mc 12,28b-34
Então um escriba aproximou-se de Jesus e perguntou: “Qual é o primeiro de todos os mandamentos?” Jesus respondeu: “O primeiro é este: ‘Ouve, Israel! O Senhor nosso Deus é um só. Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, com toda a tua alma, com todo o teu entendimento e com toda a tua força!’ E o segundo mandamento é: ‘Amarás teu próximo como a ti mesmo!’ Não existe outro mandamento maior do que estes”. O escriba disse a Jesus: “Muito bem, Mestre! Na verdade, é como disseste: ‘Ele é o único, e não existe outro além dele’. Amar a Deus de todo o coração, com toda a mente e com toda a força, e amar o próximo como a si mesmo, isto supera todos os holocaustos e sacrifícios”. Percebendo Jesus que o escriba tinha respondido com inteligência, disse-lhe: “Tu não estás longe do Reino de Deus”. E ninguém mais tinha coragem de fazer-lhe perguntas.
Oração
Senhor Jesus, que o Reino aconteça sempre mais em minha vida, pela vivência radical do amor a Deus e ao próximo.
Comentários
A razão e a plenitude da Lei de Deus é o amor
Dessa vez, um escriba, um intérprete da Lei, entra em cena para perguntar acerca do primeiro entre todos os mandamentos. Ele estava presente à discussão de Jesus com os saduceus. O tom, aqui, não é de controvérsia, pois ele viu que Jesus respondera muito bem à objeção dos saduceus. Há um mútuo apreço entre Jesus e ele. No tempo de Jesus, a Torá oral circulava como norma e reivindicava o status de inspirada, como a Torá escrita. A exigência de cumprir de modo irrepreensível os 613 preceitos poderia levar a não mais se saber qual mandamento é o fundamento da Lei, ou qual mandamento tem precedência em relação a todos os outros. A resposta de Jesus faz com que o reconhecimento da unicidade de Deus preceda tudo (v. 29; cf. Dt 6,4-5). O fundamento de toda a Lei é o amor a Deus e ao próximo (ver: Lv 19,18). A resposta de Jesus é apreciada e repetida pelo escriba anônimo. A razão e a plenitude da Lei de Deus é o amor. No amor a Lei é levada à sua plenitude.
Carlos Alberto Contieri, sj
Comentário do Evangelho
AS EXIGÊNCIAS DE DEUS
A religião tem suas exigências. É preciso, porém, ter bom senso para não atribuir a Deus exigências humanas muitas vezes sem relevância. Assim como existem pessoas cuja tendência é minimizar as exigências religiosas, existem outras que tendem para o exagero. Ambas as posturas são incorretas, e não colaboram para um experiência religiosa sadia.
No tempo de Jesus, havia uma ala do judaísmo tendente ao exagero, a ponto de reduzir a fé a um complexo de leis e mandamentos, de difícil execução. Será que Deus quer transformar nossa vida num infindável pode/não pode, deve/não deve, é permitido/é proibido? Uma religião assim vivida torna-se empobrecedora, porque torna o indivíduo escravo da Lei, sem tempo para relacionar-se com Deus de maneira prazerosa e alegre.
A fé pregada por Jesus apoia-se em dois pilares: o amor a Deus e o amor ao próximo. Isto é o essencial. Tudo o mais é complemento, e pode ser relativizado. Quem ama a Deus, recusa toda forma de idolatria, não aceitando ser subjugado por nenhum outro Absoluto fora dele. Quem ama o próximo, põe freios ao seu egoísmo, de modo a jamais desejar-lhe o mal, ou a fazer algo que possa prejudicá-lo.
Portanto, a única exigência da religião de Jesus é que a pessoa não coloque a si mesma como centro, e sim, Deus e o amor ao próximo.
Oração
Espírito de equilíbrio, que eu encontre, no amor a Deus e ao próximo, o eixo de minha prática religiosa, sem desviar-me para o exagero nem para a lassidão.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
quarta-feira, 5 de junho de 2013
EUA proíbe venda de aparelhos da Apple por violação de patentes da Samsung
| Stand da Samsung em feira de tecnologia em Seul. |
A Comissão de Comércio Internacional dos Estados Unidos (ITC na sigla em inglês) proibiu nesta terça-feira a importação e a venda de alguns aparelhos antigos da Apple, ao considerar que a gigante da informática violou patentes de sua rival, a marca sul-coreana Samsung.
O organismo, uma agência quase jurídica, informou em seu site que emitiu uma "ordem de exclusão limitada" para alguns dispositivos da Apple, como telefones iPhone 3 e 4 e os tablets iPad e iPad 2.
A vitória pode ser meramente simbólica, já que a proibição abrange modelos que não são mais efetivamente vendidos no mercado dos EUA.
A decisão da ITC é uma ordem final, mas cabe recurso no Tribunal de Apelações dos EUA ou pode ser revertida por ordem presidencial.
"Acreditamos que a determinação final do ITC confirmou a história de que a Apple se aproveitou das inovações tecnológicas da Samsung", disse um comunicado da Samsung.
"Nossas décadas de pesquisa e desenvolvimento em tecnologias móveis vão continuar e vamos continuar a oferecer produtos inovadores aos consumidores nos Estados Unidos".
A Apple não respondeu aos pedidos de entrevista da AFP.
O julgamento começou em agosto 2011 em meio a uma enxurrada de processos judiciais entre as duas rivais sobre patentes no mercado de tablets e smartphones.
Em uma outra briga no tribunal federal dos EUA, a Samsung foi obrigada a pagar, em agosto, mais de U$1 bilhão por infringir patentes, o que também abre as portas para uma proibição de aparelhos da Samsung.
AFP
Carro elétrico tem dificuldades para emplacar nos Estados Unidos
| Uma das fabricantes norte-americanas de carro elétrico, a Tesla apresenta o modelo S em 2011 |
A Coda Automotive, uma das jovens empresas mais promissoras do segmento do carro elétrico, declarou falência este mês. A Fisker Automotive, em crise financeira há meses, anunciou a redução de 75% de seus salários, suscitando temores de outra bancarrota.
A fabricante de automóveis de luxo Tesla mantém seus modelos elétricos no mercado, assim como as grandes companhias do setor, General Motors e Nissan, mas o futuro é sombrio. Poucos especialistas acreditam ser possível alcançar o objetivo lançado por Obama: colocar um milhão destes veículos no mercado americano em dois anos.
Mike VanNieuwkuyk, da JD Power and Associates, diz que cada vez mais pessoas sabem que eles existem, "mas poucos falam em comprar".
Segundo um informe da JD Power e da LMC Automotive, a venda destes carros aumentou para 0,08% do mercado em 2012 e deve chegar a representar apenas 0,47% em 2015. Só 3% dos consultados dizem que seu próximo carro provavelmente será elétrico.
Para VanNieuwkuyk, os consumidores se desanimam diante da pequena quantidade de postos de recarga, da baixa autonomia e do alto custo destes carros, enquanto paralelamente os veículos à gasolina "melhoram".
Jason Kavanagh, do site especializado em automóveis Edmunds.com, avalia que os carros 100% elétricos não superarão 1% do mercado americano até 2040, devido à autonomia e à necessidade de recarregar a bateria por muito tempo.
"Ter que ficar do lado do seu (Nissan) Leaf durante oito horas para esperar que recarregue não incentiva muito a compra", ironizou Kavanagh.
Além do mais, e isto parece ser o mais importante, a rede elétrica dos Estados Unidos não suportaria a carga de um grande número de veículos, explicou à AFP, e por isso "faltaria uma grande quantidade de pequenas usinas de energia nuclear".
A Chevrolet reduziu a produção de seus modelos Volt no ano passado passado devido à baixa demanda e está trabalhando em uma versão mais barata. A Toyota e a Honda também reduziram suas expectativas para o mercado americano.
O diretor geral da Chrysler, Sergio Marchionne, declarou recentemente que sua empresa perdeu US$ 10 mil por cada um de seus Fiat 500 elétricos vendidos na Califórnia.
Nem tudo é má notícia
A Tesla Motors obteve pela primeira vez lucros no primeiro trimestre, com 11 milhões de dólares, ou seja, 83% a mais do que no trimestre anterior. A Tesla conta com o Model S, com autonomia de 300 km e que apesar de poder custar até 60.000 dólares, é bem avaliado pelos consumidores.
A Nissan viu as vendas de sua linha elétrica Leaf ultrapassarem as 5.000 unidades no primeiro trimestre, superando o Volt da Chevrolet. Para Brett Smith, do Centro de Pesquisas Automotivas em Ann Arbor, Michigan, o entusiasmo pela ideia pelo menos impulsionou a pesquisa. "Vai sair algo positivo", disse à AFP.
Para Kavanagh, do Edmunds.com, os carros híbridos, movidos a gasolina e eletricidade, serão os grandes ganhadores e suas vendas aumentarão "porque terão mais autonomia e seriam mais econômicos".
AFP
Para VanNieuwkuyk, os consumidores se desanimam diante da pequena quantidade de postos de recarga, da baixa autonomia e do alto custo destes carros, enquanto paralelamente os veículos à gasolina "melhoram".
Jason Kavanagh, do site especializado em automóveis Edmunds.com, avalia que os carros 100% elétricos não superarão 1% do mercado americano até 2040, devido à autonomia e à necessidade de recarregar a bateria por muito tempo.
"Ter que ficar do lado do seu (Nissan) Leaf durante oito horas para esperar que recarregue não incentiva muito a compra", ironizou Kavanagh.
Além do mais, e isto parece ser o mais importante, a rede elétrica dos Estados Unidos não suportaria a carga de um grande número de veículos, explicou à AFP, e por isso "faltaria uma grande quantidade de pequenas usinas de energia nuclear".
A Chevrolet reduziu a produção de seus modelos Volt no ano passado passado devido à baixa demanda e está trabalhando em uma versão mais barata. A Toyota e a Honda também reduziram suas expectativas para o mercado americano.
O diretor geral da Chrysler, Sergio Marchionne, declarou recentemente que sua empresa perdeu US$ 10 mil por cada um de seus Fiat 500 elétricos vendidos na Califórnia.
Nem tudo é má notícia
A Tesla Motors obteve pela primeira vez lucros no primeiro trimestre, com 11 milhões de dólares, ou seja, 83% a mais do que no trimestre anterior. A Tesla conta com o Model S, com autonomia de 300 km e que apesar de poder custar até 60.000 dólares, é bem avaliado pelos consumidores.
A Nissan viu as vendas de sua linha elétrica Leaf ultrapassarem as 5.000 unidades no primeiro trimestre, superando o Volt da Chevrolet. Para Brett Smith, do Centro de Pesquisas Automotivas em Ann Arbor, Michigan, o entusiasmo pela ideia pelo menos impulsionou a pesquisa. "Vai sair algo positivo", disse à AFP.
Para Kavanagh, do Edmunds.com, os carros híbridos, movidos a gasolina e eletricidade, serão os grandes ganhadores e suas vendas aumentarão "porque terão mais autonomia e seriam mais econômicos".
AFP
Evangelho do dia 05/06/2013
Mc 12,18-27
Uns saduceus, os quais dizem não existir ressurreição, aproximaram-se de Jesus e lhe perguntaram: “Mestre, Moisés deixou-nos escrito: ‘Se alguém tiver um irmão e este morrer, deixando a mulher sem filhos, ele deve casar-se com a mulher para dar descendência ao irmão’. Havia sete irmãos. O mais velho casou-se com uma mulher e morreu sem deixar descendência. O segundo, então, casou-se com ela e igualmente morreu sem deixar descendência. A mesma coisa aconteceu com o terceiro. E nenhum dos sete irmãos deixou descendência. Depois de todos, morreu também a mulher. Na ressurreição, quando ressuscitarem, ela será a esposa de qual deles? Pois os sete a tiveram por esposa?” Jesus respondeu: “Acaso não estais errados, porque não compreendeis as Escrituras, nem o poder de Deus? Quando ressuscitarem dos mortos, os homens e as mulheres não se casarão; serão como anjos no céu. Quanto à ressurreição dos mortos, não lestes, no livro de Moisés, na passagem da sarça ardente, como Deus lhe falou: ‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacó!’ Ele é Deus não de mortos, mas de vivos! Estais muito errados”.
Oração
Pai, tu és o Senhor da vida e me conduzes para a vida eterna junto de ti. Aumenta a minha fé de que não estou destinado à morte, e sim à comunhão contigo.
Comentários
Deus é surpreendente
Agora, é a vez dos saduceus. Eles não são propriamente um grupo religioso, mas uma espécie de aristocracia ligada ao Templo de Jerusalém. A questão é sobre a ressurreição que eles não acreditam, ao contrário dos fariseus. Apresentam um caso absurdo com o intuito de ridicularizar a fé na ressurreição. Para isso, recorrem à lei do levirato (ver: Dt 25,5-6). Na resposta Jesus revela a ignorância deles: interpretam mal a Escritura e desconhecem o poder de Deus, supondo que a morte anulasse o poder de Deus. Os saduceus, buscando ridicularizar a crença na ressurreição, a apresentam como pura continuidade da vida terrestre. Engano! Deus é surpreendente. É preciso abrir-se à novidade de Deus e nele esperar. Pensaram poder falar da ressurreição prescindindo de Deus. Ora, sem a relação ao Deus dos vivos, a própria Escritura é letra morta.
Carlos Alberto Contieri, sj
Comentário do Evangelho
O DEUS DOS VIVOS
A ressurreição dos mortos era uma doutrina rejeitada pelos saduceus e aceita pelos fariseus. A pergunta dos saduceus visa, em vão, fazer Jesus optar por uma destas facções.
O exemplo contado pelos saduceus peca gravemente por interpretar, de maneira indevida, a ressurreição dos mortos com categorias terrenas. O esquema da história dos sete casamentos sucessivos da mulher com sete diferentes homens vale para a existência terrena. Com a ressurreição se passa de modo diverso. Aí não se pode falar de casar e dar-se em casamento, pois a condição do ser humano após a morte o faz semelhante aos anjos no céu, ou seja, não subordinado às categorias de espaço e tempo e não sujeitos às carências próprias da existência terrena. Não vale falar em relação matrimonial em se tratando da ressurreição.
A resposta de Jesus redunda em denúncia da concepção de ressurreição tanto dos fariseus quanto dos saduceus. Eles, sem dúvida, viviam em constante litígio por causa de problemáticas inconvenientes em torno das quais giravam suas reflexões. Jesus propõe a ambos refazerem seu modo de pensar e não atrelarem as coisas de Deus a seus próprios esquemas. A perspectiva aberta parte do pressuposto de ser seu Deus o Deus de vivos e não de mortos. Junto dele, as categorias terrenas perdem seu valor. Quem quiser pensar a ressurreição deve partir da indicação dada por Jesus, senão se enredará em falsos problemas.
Oração
Senhor Jesus, ajuda-me a pensar corretamente o mistério da ressurreição sem projetar nele minhas categorias humanas.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
terça-feira, 4 de junho de 2013
Estudo mostra que um terço dos casamentos nos EUA começam na web
| As pessoas que disseram ter encontrado sua cara metade na internet têm de 30 a 49 anos. |
O namoro online virou uma indústria bilionária e a internet "pode estar alterando a dinâmica e o resultado do próprio casamento", diz o estudo realizado por pesquisadores americanos, publicado no periódico Proceedings of the National Academy of Sciences.
A pesquisa se baseou em uma consulta com universo representativo da população americana junto a 19.131 pessoas que se casaram entre 2005 e 2012.
"Nós encontramos evidências de uma mudança dramática desde o advento da internet em como as pessoas estão encontrando seus cônjuges", revelou o estudo, chefiado por John Cacioppo, do Departamento de Psicologia da Universidade de Chicago.
No entanto, alguns especialistas discordaram fortemente das descobertas porque o estudo foi encomendado pelo site de relacionamentos eHarmony.com, responsável por um quarto de todos os casamentos online, segundo a pesquisa.
Cacioppo admitiu ser um "conselheiro científico pago" pelo site, mas disse que os cientistas seguiram procedimentos fornecidos pelo Jornal da Associação Médica Americana e concordaram em ser supervisionados por estatísticos independentes.
O perfil das pessoas que disseram ter encontrado seu cônjuge na internet se encontra na faixa etária de 30 a 49 anos e de maior renda do que aqueles que encontram o parceiro fora da rede, revelou a pesquisa.
Entre aqueles que não encontraram sua cara metade online, cerca de 22% a acharam no trabalho, 19% através de amigos, 9% em um bar ou casa noturna e 4% na igreja, revelou o estudo.
Mas quem é mais feliz?
Quando os cientistas analisaram quantos casais se divorciaram ao final do período de estudo, eles descobriram que 5,96% dos casais que se casaram após se conhecerem pela internet tinham terminado a relação contra 7,67% dos casais casados "offline".
A diferença foi estatisticamente significativa mesmo após controlar variáveis como ano de casamento, sexo, idade, educação, grupo étnico, renda doméstica, religião e status de emprego.
Entre os casais que ainda estavam casados durante o estudo, aqueles que se encontraram no mundo digital contaram ter maior satisfação conjugal - em média, 5,64% em uma pesquisa de satisfação - do que aqueles que se conheceram fora da web (satisfação de 5,48%).
As menores taxas de satisfação foram reportadas pelas pessoas que se conheceram através de familiares, no trabalho, em bares e clubes ou encontros às cegas.
"Estes dados sugerem que a internet pode estar alterando a dinâmica e os resultados do próprio casamento", afirmou Cacioppo.
"É possível que os indivíduos que encontram seus cônjuges online possam diferir em personalidade, na motivação de formar um relacionamento conjugal de longo prazo ou algum outro fator", acrescentou.
Mas nem todos os especialistas acreditam que os namoros online se traduzam em felicidade instantânea.
Eli Finkel, professor de psicologia da Universidade Northwestern, conduziu uma extensa revisão a respeito de pesquisas sobre namoro online no ano passado.
Ele contou que concordou com as proporções encontradas no estudo da PNAS. Seu estudo mostrou que cerca de 35% dos relacionamentos agora começam na internet.
"O excesso acontece quando os autores concluem que encontrar um parceiro online é melhor do que encontrá-lo fora da rede", afirmou Finkel.
"Ninguém se surpreende quando um efeito minúsculo alcança significância estatística em uma amostra de 20 mil pessoas, mas é importante que não confundamos ´significância estatística´ com ´significância prática´", argumentou.
Finkel também condenou o envolvimento do site eHarmony no estudo.
"Sempre sou algo cauteloso quando um projeto é totalmente financiado por uma organização privada que claramente tem um interesse evidente nos resultados", afirmou.
Segundo a psicóloga e escritora Vivian Diller, o estudo realizado ao longo de sete anos foi curto demais para estimar os resultados de longo prazo dos relacionamentos que começam na internet.
"O sucesso no casamento trata-se amplamente de como se negociam as diferenças, não apenas de compatibilidade", declarou à AFP, acrescentando que o namoro online pode despertar expectativas e resultar em uma infelicidade maior.
"Eu acho que os jovens que usam o namoro online parecem utilizá-lo mais como uma brincadeira, especialmente rapazes que olham os perfis das jovens. Eles veem isto como uma oportunidade de conhecer o maior número possível de pessoas e as mulheres se cansam disso", concluiu.
AFP
Cacioppo admitiu ser um "conselheiro científico pago" pelo site, mas disse que os cientistas seguiram procedimentos fornecidos pelo Jornal da Associação Médica Americana e concordaram em ser supervisionados por estatísticos independentes.
O perfil das pessoas que disseram ter encontrado seu cônjuge na internet se encontra na faixa etária de 30 a 49 anos e de maior renda do que aqueles que encontram o parceiro fora da rede, revelou a pesquisa.
Entre aqueles que não encontraram sua cara metade online, cerca de 22% a acharam no trabalho, 19% através de amigos, 9% em um bar ou casa noturna e 4% na igreja, revelou o estudo.
Mas quem é mais feliz?
Quando os cientistas analisaram quantos casais se divorciaram ao final do período de estudo, eles descobriram que 5,96% dos casais que se casaram após se conhecerem pela internet tinham terminado a relação contra 7,67% dos casais casados "offline".
A diferença foi estatisticamente significativa mesmo após controlar variáveis como ano de casamento, sexo, idade, educação, grupo étnico, renda doméstica, religião e status de emprego.
Entre os casais que ainda estavam casados durante o estudo, aqueles que se encontraram no mundo digital contaram ter maior satisfação conjugal - em média, 5,64% em uma pesquisa de satisfação - do que aqueles que se conheceram fora da web (satisfação de 5,48%).
As menores taxas de satisfação foram reportadas pelas pessoas que se conheceram através de familiares, no trabalho, em bares e clubes ou encontros às cegas.
"Estes dados sugerem que a internet pode estar alterando a dinâmica e os resultados do próprio casamento", afirmou Cacioppo.
"É possível que os indivíduos que encontram seus cônjuges online possam diferir em personalidade, na motivação de formar um relacionamento conjugal de longo prazo ou algum outro fator", acrescentou.
Mas nem todos os especialistas acreditam que os namoros online se traduzam em felicidade instantânea.
Eli Finkel, professor de psicologia da Universidade Northwestern, conduziu uma extensa revisão a respeito de pesquisas sobre namoro online no ano passado.
Ele contou que concordou com as proporções encontradas no estudo da PNAS. Seu estudo mostrou que cerca de 35% dos relacionamentos agora começam na internet.
"O excesso acontece quando os autores concluem que encontrar um parceiro online é melhor do que encontrá-lo fora da rede", afirmou Finkel.
"Ninguém se surpreende quando um efeito minúsculo alcança significância estatística em uma amostra de 20 mil pessoas, mas é importante que não confundamos ´significância estatística´ com ´significância prática´", argumentou.
Finkel também condenou o envolvimento do site eHarmony no estudo.
"Sempre sou algo cauteloso quando um projeto é totalmente financiado por uma organização privada que claramente tem um interesse evidente nos resultados", afirmou.
Segundo a psicóloga e escritora Vivian Diller, o estudo realizado ao longo de sete anos foi curto demais para estimar os resultados de longo prazo dos relacionamentos que começam na internet.
"O sucesso no casamento trata-se amplamente de como se negociam as diferenças, não apenas de compatibilidade", declarou à AFP, acrescentando que o namoro online pode despertar expectativas e resultar em uma infelicidade maior.
"Eu acho que os jovens que usam o namoro online parecem utilizá-lo mais como uma brincadeira, especialmente rapazes que olham os perfis das jovens. Eles veem isto como uma oportunidade de conhecer o maior número possível de pessoas e as mulheres se cansam disso", concluiu.
AFP
Estudo mostra que fumante custa US$ 6 mil mais ao empregador
| Intervalos para fumar: perda de, em média, US$ 3.077 dólares por funcionário fumante ao ano |
Os custos variam entre US$ 2.885 e mais de US$ 10.125, dependendo da área de atividade e do cargo ocupado, segundo a pesquisa que foi realizada por uma equipe de cientistas da Universidade do Estado de Ohio, nos Estados Unidos, com funcionários do setor privado que trabalham em diferentes setores.
No topo estão os custos dos intervalos para fumar, que representam deixar de ganhar, em média, US$ 3.077 dólares por funcionário fumante ao ano, enquanto que o absenteísmo é estimado em US$ 517 dólares e, o presenteísmo - o funcionário está presente, mas sua produtividade é menor devido à dependência em nicotina -, a US$ 462 dólares.
O sobrecusto em termos de despesas com a saúde - para os empregadores com seguro próprio - se situam em US$ 2.056 dólares.
"Os funcionários que fumam impõem sobrecustos significativos para os empregadores privados", revelaram os cientistas, precisando que seu estudo destina-se a ajudar "a tomar decisões no que diz respeito à sua política sobre o tabaco".
Algumas empresas americanas já adotaram medidas, como impor aos fumantes uma cota extra para seu seguro de saúde. Outras simplesmente se recusam contratá-los ou licenciam os funcionários que não param de fumar após um determinado período.
O estudo é publicado pela revista Tobacco Control, que faz parte do grupo do British Medical journal (BMJ).
Os fumantes atualmente constituem um quinto da população adulta americana e o tabagismo seria a causa de 443 mil mortes ao ano nos Estados Unidos.
AFP
Evangelho do dia 04/06/2013
Mc 12,13-17
Então, mandaram alguns fariseus e partidários de Herodes, para apanhar Jesus em alguma palavra. Logo que chegaram, disseram-lhe: “Mestre, sabemos que és verdadeiro e não te deixas influenciar por ninguém. Tu não olhas a aparência das pessoas, mas ensinas segundo a verdade o caminho de Deus. Dize-nos: é permitido ou não pagar imposto a César? Devemos dá-lo ou não?” Ele percebeu-lhes o fingimento e respondeu: “Por que me armais uma armadilha? Trazei-me a moeda do imposto para eu ver”. Trouxeram-lhe uma moeda. Ele perguntou: “De quem é esta figura e a inscrição?”. Responderam: “De César”. Então, Jesus disse: “Devolvei, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus”. E estavam extremamente admirados a respeito dele.
Oração
Pai, tudo quanto existe no universo te pertence. Ensina-me a subordinar tudo ao teu querer e a considerar-te a medida de tudo.
Comentários
O ser humano é portador da imagem de Deus e de sua Lei
Os adversários de Jesus sentem-se irritados pela parábola dos vinhateiros homicidas, pois reconhecem nela a sua própria maldade revelada (12,1-12). O desejo dos chefes do povo é prender Jesus (cf. 12,12). Insistentemente procuram armar uma armadilha para terem uma razão para prendê-lo e matá-lo (vv. 13.15; cf. 3,6). O que os fariseus e os herodianos que vão ter com Jesus dizem dele é verdade (vv. 13.14), mas eles não acreditam no que dizem, pois são hipócritas (v. 15), fazem encenação, usam máscaras. À questão posta pela delegação, que tinha cunho político (v. 14), Jesus responde com uma pergunta, esquema próprio dos diálogos didáticos: “De quem é esta figura?” Deus não está em concorrência com as coisas deste mundo: “Devolvei, pois, a César o que é de César...” (v. 17). Nossa perícope fala de imagem e inscrição (v. 16). Para a Bíblia o ser humano é imagem de Deus (cf. Gn 1,26-27); a inscrição pode se referir à Lei inscrita no coração (Jr 31,33; Pr 7,3). Nesse sentido, o que é de Deus (v. 17) é o ser humano, portador da imagem de Deus e de sua Lei.
Carlos Alberto Contieri, sj
Comentário do Evangelho
QUE É DE DEUS?
Jesus não caiu na armadilha armada por seus adversários para fazê-lo declarar sua posição diante dos romanos, opressores do povo. Os fariseus era contrários à dominação estrangeira, enquanto os herodianos eram a favor. Portanto, qualquer posição de Jesus haveria de fazê-lo cair nas malhas de seus acusadores.
Engana-se quem toma a afirmação enigmática de Jesus como se colocasse Deus e César em pé de igualdade. Dar a César o pertencente a César significa não ter nada demais satisfazer suas exigências de pagamento de tributo. Isso pode mesmo ser uma exigência passável. Dar a Deus o que a Deus pertence significa existirem coisas que só Deus pode exigir como é, por exemplo, o caso a adoração. Enquanto César exigia o tributo, não havia mal em pegá-lo. Quando exigia ser adorado como Deus, passava dos limites e não devia ser atendido. Afinal, era uma criatura e, por conseguinte, também pertencente a Deus e devedor de honra a Deus.
A resposta de Jesus coloca as coisas nos seus devidos lugares. É idolatria igualar Deus e César, o Criador e as criaturas. Seus âmbitos de reconhecimento têm limites bem distintos. Enquanto o âmbito da criatura é bem restrito e não pode ser ultrapassado, o Criador tem tudo sob seu domínio. Jesus serve só a Deus e a mais ninguém. Ele não se submete aos tiranos.
Oração
Senhor Jesus, que eu não confunda as criaturas com o Criador e só a Deus tribute a honra e o louvor devidos.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
segunda-feira, 3 de junho de 2013
São Paulo empata com o Galo e mantém liderança
Mesmo com um jogador a menos - Denilson foi expulso na 2ª etapa -, o tricolor paulista arrancou empate sem gols com o Atlético, neste domingo (2), pela 3ª rodada do Brasileirão.
Com o resultado, o São Paulo permanece na liderança da competição. Com sete pontos, ele divide a liderança com Vitória e Botafogo. Já o Atlético, com apenas um ponto, ainda não sabe o que é vencer neste Brasileirão e ocupa a 17ª posição na tabela de classificação.
Para a próxima rodada, nesta quarta-feira (5), o Tricolor paulista enfrenta o Goías, no Morumbi, pela quarta rodada do nacional. Já a equipe mineira viaja até Volta Redonda (RJ) para encarar o Vasco.
Evangelho do dia 03/06/2013
Mc 12,1-12
Jesus começou a falar-lhes em parábolas: “Um homem plantou uma vinha, pôs uma cerca em volta, cavou um lagar para pisar as uvas e construiu uma torre de guarda. Ele a alugou a uns agricultores e viajou para longe. Depois mandou um servo para receber dos agricultores a sua parte dos frutos da vinha. Mas os agricultores o agarraram, bateram nele e o mandaram de volta sem nada. O proprietário mandou outro servo. Este foi espancado na cabeça e ainda o insultaram. Mandou um outro, e a esse mataram. [...]. Agora restava ainda alguém: o filho amado. Por último, enviou o filho aos agricultores, pensando: ‘A meu filho respeitarão’. Mas os agricultores disseram uns aos outros: ‘Este é o herdeiro. Vamos matá-lo, e a herança será nossa’. Agarraram o filho, mataram e o lançaram fora da vinha. Que fará o dono da vinha? Ele virá e fará perecer os agricultores, e entregará a vinha a outros. Acaso não lestes na Escritura: ‘A pedra que os construtores rejeitaram, esta é que se tornou a pedra angular. Isto foi feito pelo Senhor, e é admirável aos nossos olhos’?” Eles procuravam prender Jesus, pois entenderam que tinha contado a parábola com referência a eles. Mas ficaram com medo da multidão; por isso, deixaram Jesus e foram embora.
Oração
Pai, porque és misericordioso, nunca te cansas de querer levar a mim e a toda a humanidade para junto de ti. Que eu perceba e acolha a manifestação deste teu imenso amor.
Comentários
Vamos matá-lo, e a herança será nossa!
Estamos na segunda parte do evangelho segundo Marcos, em que predominam os relatos pré-marcanos da paixão. A imagem de fundo da parábola é Is 5,1-7, que recomendamos seja relido. Esta parábola, com modificações importantes, está presente também nos outros dois sinóticos (Mt 21,33-46; Lc 20,9-19). O cerco sobre Jesus vai se fechando cada vez mais; a sua morte se aproxima. Jesus parte para o ataque. Os destinatários da parábola são os chefes do povo. O texto é a história da rejeição do dom de Deus desde tempos remotos até Jesus, inclusive, que será morto fora dos muros de Jerusalém: “Desde o dia em que vossos pais saíram da terra do Egito até hoje, enviei-vos os meus servos, os profetas, cada dia os enviei, incansavelmente. Mas não me escutaram, nem prestaram ouvidos, mas endureceram a sua cerviz e foram piores que seus pais” (Jr 7,25-26).
Para a tradição bíblica, o povo, simbolizado pela vinha, é a herança de Deus (Jr 50,11; Sl 79,1). A parábola permite-nos concluir que uma das causas da morte de Jesus foi a cobiça: os chefes do povo, de meros administradores, quiseram para si tudo o que era de Deus; quiseram se apossar do que não lhes pertencia. A cobiça elimina quem quer que seja, até o verdadeiro herdeiro; ela traz em si mesma um dinamismo de morte: “Este é o herdeiro. Vamos matá-lo, e a herança será nossa!” (v. 7).
Carlos Alberto Contieri, sj
Comentário do Evangelho
A PEDRA REJEITADA
Possivelmente a similaridade fonética entre as palavras hebraicas ben (filho) e eben (pedra) levou Jesus a recorrer à citação de um salmo para ilustrar a sua situação. Ele, como Filho, sentia-se como uma pedra rejeitada pelos construtores, que acabou se tornando pedra de sustentação de um edifício. O destino dado pelos primeiros construtores foi superado por quem faria a edificação definitiva.
Assim se passava com Jesus. As lideranças religiosas rejeitavam-no, pois não aderiam à sua pregação e nem reconheciam o testemunho de suas obras. Tinham-no na conta de uma pessoa perigosa que devia ser evitada. Não sabiam como encaixá-lo em seus esquemas, por ser demasiadamente desconforme com tudo quanto eles ensinavam.
Todavia, o curso da história de Jesus não estava nas mãos dessas lideranças. Apenas ao Pai competia determinar tudo o que se referia a seu Filho. Não seriam elas que haveriam de frustrar os planos divinos.
A pedra rejeitada estava destinada a ocupar um lugar fundamental na história de Israel. Garantiria salvação e segurança para o povo, e seria penhor de bênçãos para ele. Por meio dela, o Pai realizaria maravilhas e prodígios, exatamente como proclamava o salmo, em relação ao antigo Israel.
Coube ao Pai desdizer o veredicto dos líderes religiosos a respeito de Jesus.
Oração
Espírito de sintonia com o Pai, faze-me compreender o seu desígnio a respeito do Filho Jesus, enviado como penhor de salvação para toda a humanidade.
(O comentário do Evangelho é feito pelo Pe. Jaldemir Vitório – Jesuíta, Doutor em Exegese Bíblica, Professor da FAJE – e disponibilizado neste Portal a cada mês)
Assinar:
Postagens (Atom)